Prefeito de nossa Riacho de Santana , Jessé Freitas cobra juntamente com outros prefeitos potiguares repasses da repatriação

O prefeito de Nossa Riacho de Santana, Jessé Freitas, participou nesta segunda-feira(12) de uma reunião promovida pela  Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), na reunião estava representantes da bancada federal do RN e prefeitos de diversas cidades potiguares. Os gestores pediram o empenho dos parlamentares para assegurar o pagamento das multas e juros da repatriação aos municípios, garantindo o pagamento dos salários e décimo terceiro dos servidores, e a quitação de dívidas com fornecedores. Com o pagamento dos recursos, aproximadamente R$ 104 milhões seriam divididos entre os municípios.

“Os municípios do RN lutam para que a repatriação paga no dia 20 aos Estados possa se inserir também para os municípios. Pedimos o paio da bancada federal para que os municípios potiguares possam estar dentro desse partilhamento de recursos”, afirma Ivan Lopes Junior, presidente da Femurn. Do montante de R$ 4,21 bilhões que o governo federal vai ratear entre os municípios, o RN receberá R$ 104 milhões para repartir entre as cidades, levando em conta o número de habitantes de cada município.

A princípio, apenas os Estados receberiam os valores de juros e multas do Governo Federal. Segundo a Femurn, 50 municípios do RN ingressaram coma ações na Justiça para conseguir fatia no dinheiro que será arrecadado com multas e juros da repatriação e 45 ja obtiveram liminares favoráreis. “São recursos essenciais para ajudar a equacionar o pagamento do funcionalismo”, explica a senadora Fátima Bezerra.

“O que a bancada federal precisa é fazer com que o governo federal realize esse pagamento ainda este ano”, explica o deputado federal Felipe Maia. Até então, o Presidente da República Michel Temer anunciou que pagaria administrativamente as multas aos municípios, mas não anunciou datas para o pagamento.

Também foi entregue uma carta com pautas de reivindicações municipalistas aos parlamentares, cobrando ações de viés nacional encabeçadas pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Foto: icemcaraubas

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G1RN*

BNDES anuncia pacote para facilitar crédito a pequenas empresas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai anunciar amanhã (13) um conjunto de medidas de incentivo às micro, pequenas e médias empresas para simplificar e agilizar o acesso desses negócios a créditos da instituição.

De acordo com a presidente do banco, Maria Sílvia Bastos Marques, a intenção é ampliar os canais de distribuição dos créditos e não ficar limitado às instituições financeiras. Poderão ser utilizadas plataformas digitais ou físicas, que já estão sendo analisadas com alguns interlocutores do mercado, segundo ela. 

“A gente tem um braço importante que são as agências de fomento e os bancos de desenvolvimento. A gente precisa chegar mais na realidade local. Entender melhor que tipos de produto as diversas regiões do país precisam. Estamos fazendo um esforço através dos bancos de desenvolvimento, através da Febraban [Federação Brasileira de Bancos] para melhorar o acesso, mas também estamos buscando novos canais de distribuição”, adiantou a presidente do BNDES durante evento no Rio de Janeiro.
Segundo Maria Sílvia, algumas parcerias para ampliação da rede de acesso ao crédito do banco podem ser fechadas já no primeiro trimestre de 2017. “Um modelo que a gente está estudando é ter uma grande empresa que tenha franqueados. Pode ela tomar o nosso crédito e ser repassadora para a sua rede de franqueados ou de fornecedores, possivelmente sem spreadnenhum, ou seja, vai ter um crédito mais barato ainda na ponta”, adiantou.

A presidente do BNDES ponderou que o país vive um cenário de crise, mas que o governo tem conseguido destravar algumas medidas para a retomada da economia, como mudanças nas regras para concessões de projetos de infraestrutura à iniciativa privada.

Maria Sílvia disse que o país “precisa fazer escolhas” e defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55. “A PEC dos Gastos diz para a gente a realidade, temos que fazer escolhas. Se queremos ter mais investimentos em determinados setores e mais despesas correntes em determinados setores, temos que reduzir em outros. Pela primeira vez, vamos discutir um orçamento de verdade.”


AgênciaBrasil*

Anac deve liberar cobrança de bagagem a partir de 14 de março

A partir de 14 de março, as companhias aéreas estarão autorizadas a cobrar pelas bagagens despachadas pelos passageiros. Com a mudança, acaba a gratuidade do serviço, que hoje permite o transporte sem custos de malas com até 23 quilos em voos domésticos e dois volumes com até 32 quilos em voos internacionais. A medida já motiva crítica de órgãos de defesa do consumidor. 

A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 12, pelo superintendente de acompanhamento de serviços aéreos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ricardo Catanant, e pelo secretário de Política Regulatória do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Rogério Coimbra, durante uma entrevista realizada para blogueiros pelo Facebook. As regras estão em consulta pública desde março e a previsão é de que sejam aprovadas pela diretoria da agência hoje. Segundo os representantes da Anac, a medida deverá ter resultado positivo para o consumidor. A avaliação é de que, atualmente, as companhias aéreas já embutem em suas tarifas de voo essa cobrança a todos os passageiros. Ao autorizarem a nova taxa, a previsão é de que haja mais espaço para redução de preços e flexibilização nos preços das tarifas.

O novo modelo de cobrança, segundo a Anac, já é adotado em outros países – Brasil é um dos poucos que ainda pratica a regra atual. A expectativa é deque a concorrência entre as empresas leve à queda de preços. “Os ganhos de eficiência serão repassados para os consumidores”, disse Ricardo Catanant.

Crítica. Mas o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e outros órgãos já veem problemas na nova regulamentação. Na sexta-feira, o Idec encaminhou carta à Anac para reforçar os direitos do consumidores e apontar “um retrocesso ao direito do passageiro”. 

No documento, também enviado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e à Casa Civil do governo, o Idec aponta supostas irregularidades que afrontam o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e retiram importantes garantias conquistadas”, como diz Claudia Almeida advogada do órgão.

O Instituto ainda criticou outros pontos da reforma como a limitação de assistência material aos passageiros e a redução no prazo para o cancelamento de voo. Sobre a franquia de bagagem, ele entende que não há garantia de redução do preço da passagem. “E quanto seria cobrado por quilo de bagagem? Na hora de pesquisar o custo de uma passagem, o consumidor teria acesso ao valor do quilo da mala?”, questiona o Idec.

Estadão*


Bandeira tarifária da conta de luz deve ficar verde até fim do verão, diz ONS

O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata Ferreira, disse hoje (12) que a bandeira tarifária aplicada nas contas de luz deverá ser a verde até o fim do verão, o que significa que não haverá cobranças extras para o consumidor.

“As simulações que temos feito não sinalizam para a mudança de bandeira pelo menos durante o período úmido, que vai até abril”, afirmou Ferreira. “A carga [de consumo de energia em 2016] não cresceu e houve reforço na geração [de energia]. Nossa expectativa é que, mesmo durante o verão, nós tenhamos um abastecimento seguro”, completou.

O consumo de energia em 2016 se manteve estável em relação a 2015, segundo Ferreira. A carga de energia este ano deve totalizar 64.636 megawatts médio (MWmédio). No ano passado, o consumo de energia elétrica no país caiu 1,8% em comparação a 2014. A estagnação do consumo de energia é atribuída à recessão econômica.

Segundo o diretor-geral, não há risco de desabastecimento de energia para todas as regiões do país pelos próximos cinco anos e a expansão da geração elétrica soma 9.130 MW até novembro deste ano.

AgênciaBrasil*


Detran/RN avisará condutores com CNH vencida ou com vencimento próximo

O Governo do Estado, por meio do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte, a partir de janeiro enviará um aviso de alerta aos condutores de veículos que estiverem com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida ou prestes a vencer em até 30 dias. Pelo comunicado que chegará pelos Correios, o motorista será informado sobre o prazo de vencimento e os procedimentos para a renovação.

A proposta para envio da carta aviso foi discutida hoje pela manhã numa reunião entre a direção do Detran e dos Correios. Considerando o momento atual da economia, o envio das notificações para os condutores poderá estimulá-los a realizar a renovação da CNH e, assim, aumentar a arrecadação de recursos para o Estado.

O diretor geral do Detran, Marco Medeiros, considera que a ação vai facilitar a vida do condutor, que muitas vezes não se atenta para esse prazo e acaba ficando impedido de dirigir. “Essa medida vai estimular que os condutores renovem a CNH dentro do prazo, evitando multas por dirigir com o documento vencido. A renovação é fundamental porque avalia as condições do motorista e garante a segurança do trânsito”, destaca o diretor.

De acordo com a legislação, o cidadão tem o dever de manter sempre o endereço da residência atualizado junto ao órgão de trânsito, porque as correspondências são enviadas para o endereço cadastrado. A carta com o aviso informará como renovar a habilitação, detalhando os exames e documentos exigidos e as taxas a serem pagas.


A CNH definitiva tem validade de cinco anos para motoristas entre 18 e 65 anos. Os condutores com mais de 65 anos precisam renovar a habilitação a cada três anos ou a critério médico. Para renovação, o usuário deve procurar uma das unidades do Detran, com a habilitação antiga e comprovante de residência. 

Cade segue apurando condutas ilícitas no setor de combustíveis no RN

No fim do ano passado, a gasolina era vendida na capital federal a um preço médio de R$ 3,77 o litro, ante R$ 3,633 no restante do Brasil. Agora, o valor médio em Brasília é de R$ 3,621, abaixo da média no restante do País, de R$ 3,691.

Além da queda nos valores, houve dispersão dos preços, ou seja, agora há variação significativa nos valores cobrados de um posto para outro. Em dezembro de 2015, a diferença entre o preço mínimo e o máximo encontrada em Brasília era de R$ 0,06 por litro, enquanto na Paraíba, que tinha o combustível mais barato na época, era de R$ 0,78. Hoje, a variação chega a R$ 0,40 no DF. No Amazonas, que tem a gasolina mais barata atualmente, é de R$ 0,49.

A diferença entre o preço pago às distribuidoras e o cobrado dos consumidores também caiu. A margem média dos postos brasilienses era de R$ 0,654 por litro em 2015, ante R$ 0,459 no restante do Brasil. O valor passou para R$ 0,428 por litro, abaixo da margem nacional de R$ 0,462, de acordo com os dados da ANP.

“A ação do Cade foi bastante eficiente e o cartel, ao que me parece, foi desarticulado. O mercado está funcionando, é natural que os preços caiam e que haja dispersão de preços quando há concorrência”, avalia o presidente interino do Cade, Márcio de Oliveira Júnior.
Para Oliveira, essa variação mostra que os valores cobrados estão refletindo os custos reais de cada posto. “Um posto que oferece serviços, como lavagem do carro, pode ter preços mais altos por causa disso”, exemplifica.

Desde 2012, o Cade condenou 15 cartéis no mercado de combustíveis em todo o Brasil, aplicando multas de mais de R$ 282 milhões. As punições mais altas foram aplicadas em condenações por combinação de preços em Vitória (ES), de R$ 65,7 milhões, Caxias do Sul (RS), de R$ 65,7 milhões, e Londrina (PR), de R$ 35,8 milhões.

Outros seis processos que apuram condutas ilícitas no setor de combustíveis estão em curso, entre eles investigações em Belo Horizonte (MG), Natal (RN), João Pessoa (PB) e Joinville (SC).

Em janeiro, a Superintendência Geral do Cade adotou uma medida preventiva antes mesmo do fim da investigação de cartel no mercado de combustíveis do Distrito Federal, que ainda está em curso, e determinou a nomeação de um administrador provisório para a rede de postos Gasol, do grupo Cascol, empresa líder de mercado acusada de chefiar o esquema.

A combinação de preços já estava sob investigação no conselho, que ganhou força após a Operação Dubai, da Polícia Federal, que repassou ao conselho conversas telefônicas e outras provas obtidas por meio de busca e apreensão. Uma das evidências, de acordo com o Cade, foi o aumento de preço coordenado, ao mesmo tempo e em patamares idênticos, realizado após o reajuste do ICMS sobre combustíveis.

CorreioBraziliense*


Brasileiros estão abandonando hábito de usar mais de um chip no celular

Para pagar mais barato nas ligações de celular, muitos brasileiros costumam ter mais de um chip no mesmo aparelho, ou usar vários aparelhos. Assim, é possível ligar para o número de uma mesma operadora pagando menos e, às vezes até de graça. Mas esse hábito está mudando no país, porque o preço das ligações entre operadoras diferentes vem sendo reduzido nos últimos anos.

“Isso reduziu o fenômeno do 'consumidor com todos os chips'. O motivo principal para ter os chips de todas as operadoras era economizar. Com preços menores de ligações para operadoras distintas, o consumidor percebeu que poderia ter somente um chip. Com isso, temos a redução do número de linhas, pois muitos planos pré-pagos estão sendo desativados”, explicou o pesquisador em telecomunicações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Rafael Zanatta, à Agência Brasil. 

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com preços menores para chamadas entre operadoras diferentes, o mercado de múltiplos chips perdeu espaço, gerando cancelamentos dos consumidores que possuíam linhas móveis de diferentes prestadores. Entre outubro de 2015 e outubro deste ano, foram desligadas 26,3 milhões de linhas de celulares no país, uma queda de 9,62%. Só entre setembro e outubro de 2016, a queda foi de 3,5 milhões de linhas. Atualmente, o país tem 247,4 milhões de linhas de celulares ativas.

A queda maior foi na modalidade pré-paga. Em outubro do ano passado, 73,5% do total de clientes de celulares tinham linhas pré-pagas e, em outubro deste ano o percentual passou para 68,75%. A Anatel também aponta a desaceleração da economia como um dos motivos do encolhimento da base de acessos móveis.

Mudança de hábito

Outro fator apontado para a queda no número de celulares no país é a mudança na forma de comunicação dos brasileiros, que estão deixando de usar o telefone para falar e usando mais aplicativos de troca de mensagens. “As pessoas estão escrevendo mais do que falando. Preferem aplicações como WhatsApp e Telegram, pois são práticas e permitem uma comunicação mais fluida”, diz Zanatta.

Segundo ele, os consumidores perceberam que precisam de apenas um telefone celular com um bom pacote de dados de conexão. “Todo usuário de WhatsApp precisa da internet como suporte. As pessoas querem conexão a todo momento”, diz.

Impostos

As operadoras de telefonia apontam ainda outro motivo para a queda no número de linhas de celulares ativas no último ano: o aumento de impostos sobre o setor de telecomunicações em alguns estados. Segundo o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, 12 estados aumentaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a telefonia em 2016.

“Na medida em que você aumenta o imposto sobre a voz, você vai empurrando a população para os serviços de texto que não pagam imposto nenhum. É um contrassenso o que os estados estão fazendo”, reclama Levy.

AgênciaBrasil*

Confraternização da Secretaria Municipal de Educação














PEC do Teto fere direitos humanos e vai prejudicar os mais pobres, alerta ONU

Relatores da Organização das Nações Unidas (ONU) criticam a PEC 55, que cria um limite para ao aumento dos gastos públicos, e alertam que a medida viola direitos humanos. Os especialistas ainda questionam a decisão do governo de Michel Temer de "congelar o gasto social no Brasil por 20 anos". 

Na avaliação do relator especial da ONU para extrema pobreza e direitos humanos, Philip Alston, a medida é "inteiramente incompatível com as obrigações de direitos humanos do Brasil". Sua posição foi apoiada pela relatora para Educação, Boly Barry

Num comunicado publicado em Genebra, o representante da ONU alerta que o "efeito principal e inevitável da proposta de emenda constitucional elaborada para forçar um congelamento orçamentário como demonstração de prudência fiscal será o prejuízo aos mais pobres nas próximas décadas". A emenda, conhecida como PEC 55, pode ser votada pelo Senado na próxima terça-feira, dia 13 de dezembro.

"Se adotada, essa emenda bloqueará gastos em níveis inadequados e rapidamente decrescentes na saúde, educação e segurança social, portanto, colocando toda uma geração futura em risco de receber uma proteção social muito abaixo dos níveis atuais", alertou.

Alston pede, por meio da carta aberta, que o governo realize um debate público para, antes de sua votação, avaliar o impacto que a medida teria para "os setores mais pobres da sociedade e que identifique outras alternativas para atingir os objetivos de austeridade".

Há cerca de uma década, o relator especial criticou duramente o comportamento da polícia brasileira, levando o Itamaraty sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva a criticá-lo. Agora, seu alvo são os gastos sociais.

"Uma coisa é certa", disse Alston. "É completamente inapropriado congelar somente o gasto social e atar as mãos de todos os próximos governos por outras duas décadas. Se essa emenda for adotada, colocará o Brasil em uma categoria única em matéria de retrocesso social", insistiu.

No comunicado, o relator alerta que a proposta é feita por um governo que "chegou ao poder depois de um impeachment e que, portanto, jamais apresentou seu programa a um eleitorado". "Isso levanta ainda maiores preocupações sobre a proposta de amarrar as mãos de futuros governantes", diz.

Alston admite que o Brasil "sofre sua mais grave recessão em décadas, com níveis de desemprego que quase dobraram desde o início de 2015". Mas o relator alerta que a PEC 55 "terá um impacto severo sobre os mais pobres". "Essa é uma medida radical, desprovida de toda nuance e compaixão", disse. 

"Vai atingir com mais força os brasileiros mais pobres e mais vulneráveis, aumentando os níveis de desigualdade em uma sociedade já extremamente desigual e, definitivamente, assinala que para o Brasil os direitos sociais terão muito baixa prioridade nos próximos vinte anos."

Alston chega a alertar que a proposta "evidentemente viola as obrigações do Brasil de acordo com o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais que o pais ratificou em 1992, que veda a adoção de "medidas deliberadamente regressivas" a não ser que não exista nenhuma outra alternativa e que uma profunda consideração seja dada de modo a garantir que as medidas adotadas sejam necessárias e proporcionais."

Alston elogiou o combate à pobreza nos últimos anos no Brasil. "Essas políticas contribuíram substancialmente para reduzir os níveis de pobreza e desigualdade no país. Seria um erro histórico atrasar o relógio nesse momento," disse ele.

Mas aponta que "mostrar prudência econômica e fiscal e respeitar as normas internacionais de direitos humanos não são objetivos mutuamente excludentes, já que ambos focam na importância de desenhar medidas cuidadosamente de forma a evitar ao máximo o impacto negativo sobre as pessoas".

"Efeitos diretamente negativos têm que ser equilibrados com potenciais ganhos a longo prazo, assim como esforços para proteger os mais vulneráveis e os mais pobres na sociedade", disse.

"Estudos econômicos internacionais, incluindo pesquisas do FMI, mostram que a consolidação fiscal tipicamente tem efeitos de curto prazo, reduzindo a renda, aumentando o desemprego e a desigualdade de renda. E a longo prazo, não existe evidência empírica que sugira que essas medidas alcançarão os objetivos sugeridos pelo Governo," completou o relator.

Novojornal*



Máquinas de pagamento deverão aceitar cartões de todas as bandeiras em 2017

O Banco Central (BC) definiu prazo para o fim da exclusividade de bandeiras em máquinas de cartão. Até o dia 24 de março de 2017, as máquinas devem estar preparadas para aceitar o pagamento com cartão de todas as bandeiras, de acordo com circular publicada na noite dessa quarta-feira (7) no sistema de informações do BC.

O BC considera que já houve tempo para as instituições financeiras se adaptarem à regra de 2015 que proíbe a exclusividade.


Também foi definido prazo para que a liquidação financeira de pagamentos com cartão seja centralizada em câmara unificada. O prazo é até 4 de setembro de 2017. Essa medida já vem sendo discutida pelo mercado.

AgênciaBrasil*

Bloqueadores de celular já estão funcionando em quatro presídios do RN

Os bloqueadores de sinal telefônico já estão funcionando em quatro presídios do Estado. Segundo o secretário da Justiça e da Cidadania, Walber Virgolino, o bloqueio já acontece nos presídios de Alcaçuz, Rogério Coutinho Madrugada, Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP) e na Cadeia Pública de Nova Cruz.

Em Alcaçuz, o bloqueio foi concluído nesta terça-feira, de acordo com o secretário. Com o sinal bloqueado nesses quatro presídios, Virgolino descarta qualquer tipo de retaliação por parte dos bandidos. “Não acredito que isso possa acontecer, a Sejuc tem trabalhado em conjunto com a Sesed para evitar qualquer tipo de resposta dos presos, até porque o governador tem cobrado muito isso”, destaca.

Apesar dos bloqueadores já estarem funcionando nesses presídios, o secretário disse que a empresa que trata do bloqueio ainda está fazendo os últimos ajustes para que o sinal fique 100% bloqueado.

Nominuto*


Clientes do BB podem retirar pelo celular senha para atendimento em agências

Os clientes do Banco do Brasil já podem emitir senhas pelo celular, no aplicativo do banco, para atendimento presencial. A ferramenta permite que o cliente retire a senha de casa ou de qualquer outro local e receba a estimativa para o atendimento na agência que preferir. 

As senhas entram em uma fila virtual e o cliente dá entrada (isto é, faz o check-in)pelo aplicativo quando chegar à unidade do banco. Caso ele se esqueça de validar a senha ao chegar à agência, o sistema realiza o procedimento automaticamente no horário previsto.

A senha pode ser gerada para atendimento na agência de relacionamento, nas unidades mais próximas ou para qualquer outra agência de preferência do cliente. O aplicativo pesquisa as dependências por nome, número ou CEP e exibe os dados gerais, como endereço, telefone e horário de atendimento. Após a emissão de senha, o cliente também visualiza o horário previsto para seu atendimento.


Segundo o banco, a implantação surgiu da ideia de dois funcionários da instituição, que venceram a primeira edição do Programa Pensa BB. O programa estimula os funcionários a criar soluções inovadoras para o banco. A sugestão concorreu com outras 3.265 propostas de todas as áreas da instituição.

AgênciaBrasil*

Equipe da santanense Ronnycleide encerra temporada com goleada em casa e conquista o tetracampeonato do Paulista de Futsal Feminino

(Foto: Alex Santos/Futsal Feminino SJC)

A equipe de futsal feminino de São José dos Campos conquistou mais um título na temporada, o quarto da temporada.  Na noite da terça-feira (6), jogando em casa, no ginásio do Tênis Clube, contra São Bernardo do Campo, o time do técnico Marcos Derrico precisava apenas de um empate para ficar com o título do Paulista. Inspiradas, as joseenses não deram chances para às adversárias e venceram bonito.

O primeiro gol da noite saiu dos pés de Tais, que logo depois, também fez o segundo. Tatinha fez mais dois e deixou o time joseense tranquilo, ao fim da primeira etapa. No segundo tempo, com 21 segundos, Tais fez o seu terceiro gol, o 5 de São José dos Campos. E a goleada não parou por aí.

Jenifer Souza marcou o sexto e já nos minutos finais, a goleira Jhennifer marcou mais um, fechando a goleada por 7 a 0 sobre São Bernardo do Campo, resultado que garantiu o título Campeonato Paulista para São José dos Campos.


Este foi o quarto título da equipe joesense na temporada. Antes, o grupo comandado por Derrico, havia sido campeão dos Jogos Regionais, Campeonato Metropolitano e Jogos Abertos do Interior.



PortalR3*

Trabalhador terá de contribuir por 49 anos para receber aposentadoria integral

A proposta do governo federal para a Reforma da Previdência prevê que o trabalhador terá que contribuir por 49 anos se quiser receber 100% da aposentadoria.

Pelas regras propostas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Neste caso, ele receberá 76% do valor da aposentadoria. A cada ano que contribuir a mais terá direito a um ponto percentual. Desta forma, para receber a aposentadoria integral, o trabalhador precisará contribuir por 49 anos, a soma dos 25 anos obrigatórios e 24 anos a mais.

“Portanto, para chegar a 100% do benefício precisará trabalhar por 49 anos”, disse o secretário da Previdência, Marcelo Caetano.

Atualmente, o valor mínimo da aposentadoria é o salário mínimo e o teto é R$ 5.189,82, que é reajustado anualmente pelo INPC. 

Segundo Caetano, com as regras previstas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma, será possível economizar entre R$ 5 bilhões e R$7 bilhões a cada ano apenas com o Regime Próprio de Servidores Civis. Além disso - cumprindo-se a expectativa do governo federal de aprovar a reforma ainda em 2017, bem como aprovar também uma lei específica com novas regras para o Benefício da Prestação Continuada (BPC) - poderão ser economizados outros R$ 678 bilhões entre 2018 e 2027.

“Nossa expectativa é de que o Congresso aprove [a reforma] em 2017 para garantir [os benefícios para os cofres públicos]. Só a reforma pelo BPC para o INSS, a economia será de R$ 4,8 bilhões em 2018, valor que cresce para R$ 14,6 em 2019. Em 2020, será de R$ 26,7 bilhões; e em 2021 será de R$ 39,7 bilhões. De 2018 a 2027, a economia seria algo em torno de R$ 678 bilhões”, disse o secretário. “Além disso, com regime próprio de servidores civis, a economia será de R$ 5 bilhões a 7 bilhões por ano”, acrescentou.

O Benefício da Prestação Continuada (BPC) equivale a um salário mínimo mensal que é concedido a idoso com mais de 65 anos ou pessoas com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo. O governo pretende que, no caso de idosos, a idade mínima passe para 70 anos, em uma transição gradual de 10 anos.

A ideia do governo é fazer com que a renda de todos os entes da família passem a ser consideradas para o cálculo, sem as exceções previstas na lei atual – caso, por exemplo da renda obtida por pessoas com deficiências. Nas regras atuais, para receber o BPC, a renda per capita da família tem de ser inferior a um quarto do salário mínimo.

Salário mínimo em novembro deveria ser de R$ 3.940, aponta Dieese

Em novembro, o salário mínimo ideal para suprir as necessidades de uma família composta por quatro pessoas deveria ser de R$3.940, aponta o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O valor ideal é 4,48 vezes acima do atual (R$ 880). Em outubro, o mínimo ideal era R$ 4.016, ou 4,56 vezes o salário mínimo em vigor. Os cálculos do Dieese levam em conta o conjunto dos alimentos que compõem a cesta básica.

Ainda de acordo com o Dieese, os alimentos que compõem a cesta básica ficaram mais barato em novembro, em 25 das 27 capitais brasileiras onde é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. A maior queda ocorreu em Boa Vista (-7,35 %), seguida de Recife (-5,10%), Cuiabá (-4,68%), Salvador (-4,48%), Belo Horizonte (-4,20 %) e São Paulo (-4,08%) .

No acumulado de janeiro a novembro, todas as 27 cidades onde é feita a pesquisa apresentaram avanços, com destaque para Maceió (22,95%), Rio Branco (22,44%), Aracaju (20,53%) e Fortaleza (18,62%). Entre as capitais onde os preços subiram com menos intensidade estão: Recife (5,76%), Manaus (7,18%), Curitiba (7,55%) e São Paulo (7,72%).

Pelos cálculos do Dieese, o salário mínimo ideal para suprir as necessidades de uma família composta por quatro pessoas em novembro deveria ser de R$3.940, valor 4,48 vezes acima do atual (R$ 880). Em outubro, o mínimo ideal era R$ 4.016, ou 4,56 vezes o salário mínimo em vigor.

Segundo o levantamento, os principais itens que contribuíram para a redução do custo da cesta foram o leite integral, o feijão, o tomate e a batata. No sentido contrário, ficaram mais caros o café em pó, o açúcar e a carne bovina de primeira.

O preço do feijão carioquinha baixou em todas as capitais, com variações entre -24,83% (em Belém) e -0,53% (em Rio Branco). Segundo o Dieese, a queda se explica pela intenção de se resgatar o consumidor, que andava afugentado pelos altos preços praticados no mercado. Além disso, houve a entrada da terceira safra no mercado de abastecimento.

No caso do feijão preto, ocorreram oscilações para cima e para baixo. O produto ficou mais caro em Porto Alegre (2,66%), Florianópolis (2,49%) e Curitiba (1,71%). E diminuiu de preço em Vitória (-2,82%) e no Rio de Janeiro (-0,39%).


Entre os produtos com aumento a carne bovina apareceu mais cara em 18 cidades, com taxas que variaram de 0,04%, em João Pessoa e 4,28%, em Vitória. Nas nove cidades restantes onde o preço ficou mais conta, as quedas mais significativas foram: de 1,18%, em Salvador e de 1,03%, em Porto Velho.

Nominuto*

Ministério da Educação quer lançar consulta pública sobre mudanças no Enem

O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que estuda lançar uma consulta pública sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo ele, o objetivo é receber sugestões para melhorar a aplicação do exame, cuja segunda aplicação ocorreu neste fim de semana. O governo pretende elaborar as questões ainda este mês e publicar as linhas gerais do debate em janeiro de 2017.

De acordo com o ministro, ainda não é possível prever que mudanças serão efetivamente discutidas. Ele, no entanto, não descartou que a sociedade seja consultada sobre, por exemplo, a possibilidade de o Enem ocorrer apenas em um dia.

“Não temos ainda quadro de perguntas que podem ser feitas, que podem nortear o caminho a ser discutido.A temática não pode ser tão abrangente que termine virando algo difícil de coletar por aqueles que participam do Enem”, ponderou.

Mendonça Filho explicou que a intenção é promover um debate de forma democrática para que futuras decisões não sejam criticadas como tomadas “entre quatro paredes”. “A Base Nacional Comum Curricular será algo levado em conta não em 2017 porque ela não estará pronta, mas desejamos que o Enem de 2018 possa ter conteúdo conectado inteiramente com a base que, espero, será homologada no próximo ano”, disse o ministro.

Neste fim de semana, mais de 270 mil candidatos foram convocados para o exame, após o adiamento de parte da aplicação devido aos mais de 400 locais de prova que estavam ocupados em novembro, quando 5,8 milhões de inscritos fizeram o Enem. O alto índice de abstenções, não somente em 2016, mas em outras edições, foi mencionado por Mendonça Filho como um dos temas que pode ser abordado na consulta.

“Não quero antecipar nenhuma decisão em relação a 2017. [A consulta] será aberta em janeiro para que todos que queiram colaborar e sugerir aprimoramento, possam fazê-lo, para que o Enem próximo ano seja melhor que 2016”, afirmou.

AgênciaBrasil*


Pente-fino flagra quase 8 mil servidores federais entre beneficiários do Bolsa Família

Um inédito cruzamento entre dados do governo e a folha de pagamento do Bolsa Família levou o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) a identificar 7.961 servidores federais entre os beneficiários do programa. Mais de 52% já tiveram os contratos cancelados ou os saques bloqueados, todos sob a suspeita de subdeclaração de renda.

A “malha fina” faz parte de um trabalho de apuração feito pela pasta ao longo dos últimos quatro meses, considerando seis bases de dados do governo federal: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi) e Relação Anual de Informações Sociais (Rais). No total, foram flagradas mais de 1,1 milhão de irregularidades.

No caso dos servidores federais, foram analisados os dados do Siape – onde constam registros de funcionários públicos com vínculos ativos, estagiários, aposentados e pensionistas – junto às informações declaradas pelos inscritos no Cadastro Único, plataforma da Caixa Econômica Federal destinada aos programas sociais oferecidos pelo governo.

De imediato, 759 benefícios de servidores federais foram bloqueados (seguem recebendo, mas estão impedidos de sacar o dinheiro) e 3.394 totalmente cancelados já neste mês, caso das famílias cuja renda famíliar per capita ultrapassa os R$ 440 – mais que o dobro do teto exigido para ingresso e permanência no programa, que é de R$ 170 por membro da família.

Elas serão comunicadas e terão três meses para comprovar seus rendimentos nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) de seus municípios. Caso fique comprovado que a suspensão foi um equívoco, voltarão a receber a mensalidade (com retroativo).

Entre os quase 8 mil servidores federais suspeitos, 31% (2.468) são estagiários ou jovens aprendizes, cujo menor salário, referente a 20 horas semanais, é de R$ 413,33 – duas vezes mais que o teto do Bolsa Família.

O ministro Osmar Terra informou que o pente-fino deverá se tornar uma prática mensal. “O objetivo é separar o joio do trigo. Quem realmente precisa, vai continuar recebendo o benefício”, disse.


Estadão*

Cosern orienta a compra das lâmpadas corretas para economizar na conta de luz

Lâmpadas são excelentes aliadas na hora de reduzir gastos com energia elétrica. Mesmo com a volta da bandeira verde à conta de luz em dezembro, a Cosern orienta os consumidores a não relaxarem nos hábitos de economia e lembra que a iluminação artificial é responsável por cerca de 15% do consumo total de uma residência. Escolher as lâmpadas certas, portanto, pode fazer toda a diferença na conta. Veja as características dos três principais tipos disponíveis no mercado e compre a que vai ajudar a sua fatura ficar sempre menor no final do mês:

Incandescente
As lâmpadas incandescentes são as mais antigas no mercado, e inclusive alguns tipos já saíram de circulação. As de potência 60W, 100W, 150W e 200W já não são mais importadas ou produzidas e vendidas no Brasil, e as de potência entre 25W e 40W deixaram de ser comercializadas, oficialmente, em junho de 2016.

Apesar de ser um dos tipos mais baratos (o valor varia em cada região do país, mas, em média, raramente ultrapassa R$ 2) as lâmpadas incandescentes são as que mais consomem energia, sendo esse um dos motivos para a extinção delas no mercado nacional. 

A vida útil dessas lâmpadas é menor quando comparada a outras opções: cerca de 1.000 horas ou pouco mais de seis meses, se considerarmos que as lâmpadas ficam acesas 5 horas por dia.

Fluorescente compacta

São as mais disponíveis hoje no mercado e custam em média de R$5 a R$10. Essas lâmpadas chegam a durar 8 mil horas, em média. Uma fluorescente com 15W equivale à incandescente de 60W. Mas atenção: esse tipo de lâmpada  possui mercúrio na sua composição, o que exige atenção redobrada no momento do descarte, pois elas não podem ser descartadas no lixo comum pois podem contaminar o meio ambiente.

LED (Light Emitting Diode)

Essas lâmpadas são mais eficientes e possuem vida útil média de 25 mil horas. Se ligadas durante 5 horas por dia, alcançam até 14 anos de uso em média. As lâmpadas LED são 80% mais econômicas do que uma lâmpada incandescente e 30% mais econômicas do que a fluorescente. Embora sejam mais caras, em média cerca de R$ 20,00 e R$ 25,00,  o investimento compensa em função da vida útil e da economia em relação ao outros modelos, além de não agredir o meio ambiente.

Fique ligado:

Se a ideia é gastar menos energia (e dinheiro), além de escolher as lâmpadas certas, não custa nada também revisar alguns hábitos de consumo. Para economizar:

• Habitue-se a apagar as lâmpadas dos ambientes desocupados.
• Evite acender qualquer lâmpada durante o dia, utilizando melhor a iluminação natural;
• As lâmpadas Led dão melhor resultado, duram mais e gastam menos energia;
• E lembre-se: lâmpadas de maior potência consomem mais energia.