2º show da Comitiva de Rodeio Edmar Gadelha em nossa Riacho de Santana






















IBGE divulga estimativa populacional de nossa Riacho de Santana


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União a estimativa populacional de todos os municípios brasileiro.

Nossa Riacho de Santana conta com uma população estimada de 4.277 habitantes, o Rio Grande do Norte ultrapassou a barreira dos 3,5 milhões de habitantes. Apesar disso, estado apresentou uma dos menores crescimentos populacionais do país.

Entre todas as unidades federativas do Brasil, o estado tem a 17ª população, com um total de 3.507.003 habitantes. No Nordeste, ele fica na sexta colocação, atrás da Bahia (15.344.447), Pernambuco (9.473.266), Ceará (9.020.460), Maranhão (7.000.229) e Paraíba (4.025.558).

Junto com Alagoas, o RN teve crescimento de apenas 0,5% da população, entre 2016 e 2017. O aumento percentual só foi maior que o do Rio de Janeiro (0,32%) e Bahia (0,44%).

Ainda de acordo com o IBGE, Natal conta com 885.180 moradores e fica entre as 16 maiores capitais do país, à frente inclusive de capitais de estados mais populosos, como João Pessoa (PB) e Florianópolis (SC). Segundo maior município do RN, Mossoró chegou a 295.619 habitantes e Parnamirim, em terceiro, 254.709.

A data de referência para o levantamento é 1º de julho. De acordo com o IBGE, o Brasil tem 207.660.929 habitantes. Em 2016, a população do país era estimada em pouco mais de 206 milhões habitantes.

G1RN*


Escritor santanense José Sávio Lopes lança novo livro "DEZESSETE" na FINECAP


DEZESSETE tem como pano de fundo a Revolução de 1817, também conhecida por Revolução dos Padres, que proclamou a independência de parte do Nordeste e estabeleceu uma República.

O livro foca os acontecimentos do movimento na Vila de Portalegre, que na época agregava toda a zona oeste potiguar.

Por causa da Revolução, o Vigário de Pau dos Ferros — Padre Manoel Gonçalves da Fonte — foi acusado do crime de lesa-majestade e, correndo o risco de enforcamento, amargou três anos de prisão em Salvador.

Além do Padre Manoel Gonçalves, na galeria de tipos que animam a trama de DEZESSETE, destacam-se o escravo Mestre Antõe, um dos personagens mais enigmáticos da história, Bento Cavalcanti de Albuquerque Maranhão, aventureiro de família nobre pernambucana, Vicência, paixão falhada de Bento e o Coronel Florêncio Rêgo, típico representante do coronelismo tirânico que reinou no Nordeste.

Trata-se não apenas de uma incursão na tumultuosa e sangrenta história da luta pela emancipação política do Brasil-colônia contra o domínio lusitano, mas também de uma revisão dessa história, visto que o autor se vale de dezenas de fontes documentais que redimensionam os fatos daquele conflito.


O autor, José Sávio Lopes, integrante do IHGRN - Instituto Histórico Geográfico do Rio Grande do Norte, nascido em Riacho de Santana, é Engenheiro, Advogado e Professor Universitário. Segundo o escritor Valério Mesquita, que faz uma apresentação do livro, Sávio "costuma trazer à luz histórias que falam do povo simples do interior, mas cujos dramas empatam com os cosmopolitas, e muitas vezes os excedem. Por isso, ele foge ao estereótipo de escritor regionalista. Longe disso, prefere lançar mão da norma culta da língua, sem recair no outro polo, o do esnobismo. É que José Sávio é um exímio investigador das paixões humanas fatais, como a cobiça da carne e do dinheiro, como exibiu em seus dois romances anteriores “São Sebastião do Bexiga” e “Quem Matou Odilon Peixoto?”.”


1º show da Comitiva de Rodeio Edmar Gadelha em nossa Riacho de Santana